sábado, 31 de março de 2012

SOBRE A RELAÇÃO?


Com simplicidade narrativa, fui envolvido pelo cuidado na abordagem do tema, nas relações estabelecidas, (nos entres...). Um resgate de momentos simples que se eternizam, na delicadeza que somos naturalmente instruídos para sermos nós em poucos momentos de reclusão e cuidado imposto pela sociedade.
Qual seu artista preferido? 
(Senti-me honrado por saber a resposta sobre seu artista preferido e sei que sei muitas outras preferências)
Voltando ao filme: Um conto ligeiro e detalhado de sutilezas, escolhas poéticas e momentos de alívio. Acreditar um pouco e respeitar o jeito do outros de encarar a vida e perceber que nossas certezas, nossas escolhas sobre a melhor maneira de pensar e agir podem sim ser influenciadas por qualidades alheias. Sorrir atoa, cantar uma música "boba" (Um hino gay), raspar um violão, compartilhar um doce na boca num lugar de risco, tudo isso vale a pena. (Valeu a pena!)
Romântico sim, eu sou assim, me atraio por isso e por pessoas assim. Experiência resultada em inflexibilidade é velhice. Experiência resultada em disponibilidade é eterna infância e eu prefiro assim.

Não estou fazendo nenhuma análise sobre o filme, na verdade só estou indicando para que, como eu, possa se impressionar e talvez compartilhar esta impressão.

Numa palavra: Passagem.

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