Ontem eu pensei ter feito tudo certo até me deparar com a solidão.
Não aprendi a reconhecer ou aprendi a me convencer de que lá há algo de importante acessar.
A dor, a compulsão, o medo frenquente camuflado em excessos de prazer... A dor no corpo, o desequilíbrio dos pés a cabeça... a busca na mentira... o excesso de sinceridade, a confiança burra no caminho das pedras, a falta de eixo, a falta de amor.
O que me faz achar que vale a pena? Vale a pena?
Pena em todos os sentidos, a penalidade da vida que segue dura nos resultados, a pena que tens de mim. É uma pena, mas é realidade.
Para quem eu estou falando sobre tanta derrota? Quem quer saber? Não lembro de historinhas com finais assim e nem historinhas com personagens tão humanos. Não sou personagem de contos de fadas. Eu sou real.
Já abandonei meu palácio com os pavões, já.
Já pedi ajuda e não aceitei, já.
Já abdiquei de tantos desejos, já.
Continuo no caminho das pedras e isso dói.
Eu to falando de DOR. Do peito estilhaçado, os músculos contraídos, a cabeça que explode, a tristeza dos pais, a dor de me olhar no espelho e ver que aqui dentro há um vasto mundo de conflitos e de burrice, o encontro comigo mesmo, este "deus-demônio" dono do meu caminhar, eu.
Está fazendo um ano que eu não me reconheço mais, hoje faz um ano que tudo se foi. Hoje faz um ano que pedi para não mais existir, faz um ano que suporto a maior perda da minha vida, faz um ano que sangro diariamente, que acordo sem vontade, que me engano ao sorrir, que vivo assim, em busca. Um ano sem dormir.
Você precisa superar!
Eu sei, eu quero e não sei como.
Pena em todos os sentidos, a penalidade da vida que segue dura nos resultados, a pena que tens de mim. É uma pena, mas é realidade.
Para quem eu estou falando sobre tanta derrota? Quem quer saber? Não lembro de historinhas com finais assim e nem historinhas com personagens tão humanos. Não sou personagem de contos de fadas. Eu sou real.
Já abandonei meu palácio com os pavões, já.
Já pedi ajuda e não aceitei, já.
Já abdiquei de tantos desejos, já.
Continuo no caminho das pedras e isso dói.
Eu to falando de DOR. Do peito estilhaçado, os músculos contraídos, a cabeça que explode, a tristeza dos pais, a dor de me olhar no espelho e ver que aqui dentro há um vasto mundo de conflitos e de burrice, o encontro comigo mesmo, este "deus-demônio" dono do meu caminhar, eu.
Está fazendo um ano que eu não me reconheço mais, hoje faz um ano que tudo se foi. Hoje faz um ano que pedi para não mais existir, faz um ano que suporto a maior perda da minha vida, faz um ano que sangro diariamente, que acordo sem vontade, que me engano ao sorrir, que vivo assim, em busca. Um ano sem dormir.
Você precisa superar!
Eu sei, eu quero e não sei como.
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